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  <title>+SOMA . SUA DOSE DI&#193;RIA DE CULTURA INDEPENDENTE - Home</title>
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      <name>tiago</name>
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    <published>2010-09-02T15:17:00Z</published>
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    <title>+Obras Primas: &#8220;Hell&#8221; versus &#8220;Back From Hell&#8221;, Por Pedro Pinhel</title>
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            &lt;p&gt;(Obras Primas publicada na +Soma 18/Jul-Ago 2010. Baixe &lt;a href=&quot;http://tinyurl.com/395pekm&quot;&gt;&amp;lt;u&gt;aqui&amp;lt;/u&gt;&lt;/a&gt; ou descubra &lt;a href=&quot;http://bit.ly/cSCPE0&quot;&gt;&amp;lt;u&gt;aqui&amp;lt;/u&gt;&lt;/a&gt; onde conseguir uma.)&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;lt;font&gt;&lt;strong&gt;Obras Primas &lt;/strong&gt;&amp;lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&amp;lt;font&gt;&lt;em&gt;Por Pedro Pinhel&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&amp;ldquo;Hell&amp;rdquo; versus &amp;ldquo;Back From Hell&amp;rdquo;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dois LPs para incendiar qualquer sistema de som, &amp;ldquo;Hell&amp;rdquo; e &amp;ldquo;Back From Hell&amp;rdquo; t&amp;ecirc;m muito mais em comum do que apenas os nomes. Ambos representam os &amp;uacute;ltimos lampejos de genialidade &amp;ndash; e n&amp;atilde;o de criatividade, compreenda &amp;ndash; de James Brown e Run-DMC. Se em 1974 James Brown ainda punha fogo em espetaculares jam sessions com os J.B.&amp;rsquo;s e gravava uma m&amp;eacute;dia de dois discos por ano (!), encontrando tempo e disposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o para se apresentar do Apollo Theater ao Zaire, o trio do Run-DMC mostrava que ainda tinha muita lenha pra queimar em 1990; ao contr&amp;aacute;rio do famoso crossover rock versus rap que os projetou e perdeu espa&amp;ccedil;o ap&amp;oacute;s o cl&amp;aacute;ssico &amp;ldquo;Raising Hell&amp;rdquo; (1986), os MCs Run e DMC e o DJ Jam Master Jay (RIP) pareciam ter recuperado o f&amp;ocirc;lego numa insinuante mistura de new jack swing e do hardcore/gangsta hip-hop produzido na virada da d&amp;eacute;cada. Hell yeah!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;James Brown . &amp;ldquo;Hell&amp;rdquo; (Polydor, 1974)&lt;/strong&gt;&amp;lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;lt;font&gt;Muito pode se debater quando o assunto &amp;eacute; ao bra do mestre James Brown, e dizer que &amp;ldquo;Hell&amp;rdquo; &amp;eacute; o &amp;uacute;ltimo lampejo de genialidade do Godfather poder&amp;aacute; causar a ira de centenas de equipes de som e puristas de todo o planeta Terra e regi&amp;atilde;o, mas o fato &amp;eacute; que a produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de JB perdeu muita consist&amp;ecirc;ncia ap&amp;oacute;s 74 &amp;ndash; ano&amp;nbsp; que marcou ainda o lan&amp;ccedil;amento do &amp;oacute;timo &amp;ldquo;Reality&amp;rdquo;. Concebido como um &amp;aacute;lbum duplo, o disco &amp;eacute; visto por muitos como o auge do per&amp;iacute;odo mais criativo da carreira do Ministro do Super Heavy Funk. Cada faixa aqui come&amp;ccedil;a com o soar de um gongo, ao melhor estilo kung-fu, e o carro-chefe de &amp;ldquo;Hell&amp;rdquo; &amp;eacute; a samplead&amp;iacute;ssima &amp;ldquo;Papa Don&amp;rsquo;t Take No Mess&amp;rdquo;, uma p&amp;eacute;rola do jazz-funk que vale cada um de seus treze minutos de execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &amp;lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;lt;font&gt;As bel&amp;iacute;ssimas &amp;ldquo;These Foolish Things&amp;rdquo;, &amp;ldquo;A Man Has To Go Back To The Crossroards&amp;rdquo; e &amp;ldquo;Sometime&amp;rdquo; fazem parte do cat&amp;aacute;logo das melhores baladas de James Brown &amp;ndash; um h&amp;aacute;bito muito comum &amp;agrave; &amp;eacute;poca, em que um dos lados do LP era inteiramente composto por can&amp;ccedil;&amp;otilde;es ao melhor estilo mela-cueca. &amp;ldquo;Hell&amp;rdquo; &amp;eacute; tamb&amp;eacute;m um microcosmo de tudo o que se tentou produzir nos EUA, e em todo o mundo, em termos de m&amp;uacute;sica funk de alt&amp;iacute;ssima qualidade, definindo o padr&amp;atilde;o de produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o do g&amp;ecirc;nero a partir de ent&amp;atilde;o. O legado da fase &amp;aacute;urea da produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o funk de James Brown &amp;eacute; incompar&amp;aacute;vel na hist&amp;oacute;ria da m&amp;uacute;sica contempor&amp;acirc;nea. Ap&amp;oacute;s um per&amp;iacute;odo de produ&amp;ccedil;&amp;otilde;es menos impactantes durante a segunda metade da d&amp;eacute;cada de 70, muito em fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o da chegada da disco music e da substitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o gradual de bandas como The J.B.&amp;rsquo;s por sintetizadores e drum machines, The Hardest Working Man In Showbiz iria ainda ressurgir do inferno na metade da d&amp;eacute;cada seguinte com o cl&amp;aacute;ssico &amp;ldquo;Living In America&amp;rdquo;, mas a&amp;iacute; n&amp;oacute;s descambar&amp;iacute;amos para Rocky IV e voc&amp;ecirc; perderia o fio da meada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Run DMC . &amp;ldquo;Back From Hell&amp;rdquo; (Arista, 1990)&lt;/strong&gt;&amp;lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;lt;font&gt;Dizer que &amp;ldquo;Back From Hell&amp;rdquo; &amp;eacute; o ultimo grande disco do trio de rap mais folcl&amp;oacute;rico da velha guarda tamb&amp;eacute;m poder&amp;aacute; ofender o pessoal que representa e afirma por a&amp;iacute; que a rua &amp;eacute; n&amp;oacute;is, j&amp;aacute; que seu sucessor, &amp;ldquo;Down With The King&amp;rdquo;, de 93, tamb&amp;eacute;m teve consider&amp;aacute;vel sucesso comercial. Mas o fato &amp;eacute; que a levada new jack/bounce de &amp;ldquo;Back From Hell&amp;rdquo; &amp;eacute; conceitualmente mais interessante e envolvente do que a tentativa de r&amp;eacute;plica da atitude e a da m&amp;uacute;sica gangsta que marcaram &amp;ldquo;Down With The King&amp;rdquo;. O estilo que dominava o g&amp;ecirc;nero no in&amp;iacute;cio da d&amp;eacute;cada de 90 tinha no quinteto NWA seu maior expoente e, embora o Run-DMC tivesse feito muito bem a li&amp;ccedil;&amp;atilde;o de casa, o disco n&amp;atilde;o passava de uma c&amp;oacute;pia sem criatividade, apesar de bem produzida, do som do momento &amp;ndash; at&amp;eacute; porque o discurso do Run-DMC era bem menos agressivo e ofensivo.&amp;lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;lt;font&gt; &amp;ldquo;Back From Hell&amp;rdquo;, por sua vez, apesar de n&amp;atilde;o ser o maior trabalho da carreira de Joseph &amp;ldquo;Run&amp;rdquo; Simmons, Darryl &amp;ldquo;DMC&amp;rdquo; McDaniels e Jam Master Jay, apenas comprova a longevidade da carreira dos rappers do Queens (NY), que souberam se adaptar aos v&amp;aacute;rios per&amp;iacute;odos e estilos do hip-hop desde sua primeira fase, no in&amp;iacute;cio dos anos 80, marcada por singles, beats e timbres simples e secos, at&amp;eacute; a fase hardcore/gangsta rap do in&amp;iacute;cio dos anos 90. Musicalmente, o disco n&amp;atilde;o traz nenhuma grande inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o, mas faixas como &amp;ldquo;The Ave&amp;rdquo;, &amp;ldquo;Bob Your Head&amp;rdquo; e &amp;ldquo;Pause&amp;rdquo; certamente figuram entre os melhores lan&amp;ccedil;amentos do ano em quest&amp;atilde;o. Problemas pessoais enfrentados por Run &amp;ndash; acusado de estupro &amp;ndash; e de DMC &amp;ndash; internado em 91 por alcoolismo &amp;ndash; podem parecer incompat&amp;iacute;veis com um &amp;aacute;lbum, cujo t&amp;iacute;tulo &amp;eacute; justamente a sa&amp;iacute;da do inferno, mas no fim ambos os rappers conseguiram sair de seus infernos pessoais e, apoiados por nomes como A Tribe Called Quest, EPMD, Public Enemy e Naughty By Nature, seguiram com suas carreiras e fizeram do Run-DMC um dos grupos de maior longevidade da hist&amp;oacute;ria de um g&amp;ecirc;nero que j&amp;aacute; assistiu a milhares de ascens&amp;otilde;es e quedas mete&amp;oacute;ricas, em seus aproximadamente trinta anos de exist&amp;ecirc;ncia. Hell, DMC!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
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      <name>tiago</name>
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    <published>2010-09-01T21:24:00Z</published>
    <updated>2010-09-01T21:46:51Z</updated>
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    <title> Massive Attack Confirma Show no Brasil em Novembro</title>
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            &amp;lt;font&gt;Se antes os brasileiros invejavam os ver&amp;otilde;es europeu e estadunidense pela excessiva lista de bandas que se apresentavam por l&amp;aacute; em compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o aos escassos shows que aconteciam por aqui. Neste ano o pais virou a mesa e a cada semana os f&amp;atilde;s de boa m&amp;uacute;sica recebem a not&amp;iacute;cia de mais um grupo pousando por aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem confirmou hoje duas apresenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es em novembro foi o duo brit&amp;acirc;nico de trip-hop Massive Attack. A primeira ser&amp;aacute; em Belo Horizonte, no dia 15 de novembro no Chevrolet Hall, e a segunda noite ser&amp;aacute; em S&amp;atilde;o Paulo, no dia 16 no HSBC Brasil.&amp;nbsp; Provavelmente, o show ser&amp;aacute; baseado no &amp;uacute;ltimo e excelente disco &amp;ldquo;Heligoland&amp;rdquo;, lan&amp;ccedil;ado neste ano e pouco comentado na imprensa especializada em m&amp;uacute;sica. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os ingressos para o show na capital mineira come&amp;ccedil;am a ser vendidos na sexta, 3. Em S&amp;atilde;o Paulo, os ingressos estar&amp;atilde;o dispon&amp;iacute;veis a partir do dia 13 de setembro. Preparem os bolsos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;lt;/font&gt;
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      <name>tiago</name>
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    <published>2010-09-01T19:25:00Z</published>
    <updated>2010-09-01T19:25:40Z</updated>
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    <title>+ENTREVISTA: J&#233;ssica Mangaba, por Marina Mantovanini</title>
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            &lt;p&gt;(Entrevista publicada na +Soma 18/Jul-Ago 2010. Baixe &lt;a href=&quot;http://tinyurl.com/395pekm&quot;&gt;&amp;lt;u&gt;aqui&amp;lt;/u&gt;&lt;/a&gt; ou descubra &lt;a href=&quot;http://bit.ly/cSCPE0&quot;&gt;&amp;lt;u&gt;aqui&amp;lt;/u&gt;&lt;/a&gt; onde conseguir uma.)&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&amp;lt;font&gt;&lt;strong&gt;J&amp;eacute;ssica Mangaba&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&amp;ldquo;Sempre, diante de uma imagem, estamos diante do tempo&amp;rdquo;&lt;br /&gt;Georges Didi-Huberman&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fotografia brasileira tem ganhado f&amp;ocirc;lego com o aparecimento de novos artistas como a jovem J&amp;eacute;ssica Mangaba. A fot&amp;oacute;grafa, de apenas 22 anos, j&amp;aacute; participou de algumas coletivas em S&amp;atilde;o Paulo e esteve no importante Festival de Fotografia de Porto Alegre ao lado de nomes como Jo&amp;atilde;o Castilho e Lu&amp;iacute;s Santos. Al&amp;eacute;m de construir seus belos ensaios imag&amp;eacute;ticos, ela pretende se dedicar &amp;agrave; pesquisa fotogr&amp;aacute;fica.&lt;br /&gt;Com uma opini&amp;atilde;o forte sobre a estagna&amp;ccedil;&amp;atilde;o do fotojornalismo e dos formatos repetitivos da fotografia nacional, J&amp;eacute;ssica prop&amp;otilde;e novas maneiras de se construir uma imagem e de pens&amp;aacute;-la. Seja por meio do formato anal&amp;oacute;gico ou digital, ela concentra sua cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o no processo e n&amp;atilde;o apenas em apertar o disparador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Como e quando rolou o seu interesse pela fotografia?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, acho que a fotografia &amp;eacute; um processo natural da vida de qualquer pessoa. Meus pais sempre fotografaram muito, e muitas coisas aconteceram na minha vida por causa da fotografia. A separa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos meus pais, por exemplo, eu descobri por meio da fotografia. O interesse de estudar foi natural. Eu ia prestar vestibular e fiquei interessada no curso. Eu fazia fotografia caseira como todo mundo e resolvi estudar o assunto, n&amp;atilde;o aprender a fotografar, mas conhecer al&amp;eacute;m do superficial. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O que a faculdade trouxe para voc&amp;ecirc;?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O processo da faculdade foi muito importante, principalmente pelo lado te&amp;oacute;rico. Conheci muita coisa, e eu n&amp;atilde;o tinha tanto aprofundamento no tema. Foi uma porta pra mim.&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;E como voc&amp;ecirc; foi parar na Cia de Foto? &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma amiga da faculdade, a Alexia, sempre me convidava para conhecer o trabalho deles. Um dia fui at&amp;eacute; l&amp;aacute;, eles estavam precisando de uma assistente e rolou. A Cia foi uma forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o muito importante tamb&amp;eacute;m. Pra mim foi essencial ter passado por l&amp;aacute;, porque &amp;eacute; uma escola em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao estudo do processo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Cia de Foto &amp;eacute; um coletivo, e n&amp;atilde;o h&amp;aacute; uma assinatura individual. Qual a sua posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a isso?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A proposta da Cia &amp;eacute; muito interessante, e essa hist&amp;oacute;ria de assinatura coletiva eu aprendi l&amp;aacute;. Na faculdade, a gente tem outro processo de autoria, de pensar o que &amp;eacute; autoria, algo mais individualista mesmo. E acho que &amp;eacute; muito v&amp;aacute;lido trabalhar como um grupo, al&amp;eacute;m de ser um tema que precisa ser muito discutido, principalmente nos dias de hoje, em que tudo &amp;eacute; voltado pro indiv&amp;iacute;duo. Acho que o meu caminho &amp;eacute; como o da Cia. Por exemplo, no &amp;uacute;ltimo ensaio que eu fiz tem fotos que n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o minhas&amp;nbsp;&amp;nbsp; a ideia e toda a pesquisa s&amp;atilde;o minhas, mas quem participou &amp;eacute; t&amp;atilde;o dono quanto eu. &amp;Eacute; uma quebra da individualidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O seu trabalho de conclus&amp;atilde;o de curso da faculdade foi muito elogiado, chegou a ser exposto em algumas galerias. Fale um pouco sobre ele.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meus pais s&amp;atilde;o separados h&amp;aacute; muitos anos, e sempre teve uma rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o da aus&amp;ecirc;ncia da imagem do meu pai. Em 2008, ele me mostrou umas fotos que eu nunca tinha visto, da vida dele nos anos 70, algumas na Bahia, onde ele morou, e outras em S&amp;atilde;o Paulo. Tinha diversas fotos em que ele aparecia com um viol&amp;atilde;o, mas ele n&amp;atilde;o toca viol&amp;atilde;o, e a&amp;iacute; eu comecei a estudar a representa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da fotografia, do processo de a pessoa escolher como quer ser representada. E eu comecei a pensar em como construir a mem&amp;oacute;ria de uma coisa que eu n&amp;atilde;o vivi a partir das fotos antigas do meu pai. Foi um processo muito intenso de reinventar o que poderia ter sido a vida dele. Fotografei o cotidiano dele e pedi pra ele tamb&amp;eacute;m se fotografar. &lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;E quais as t&amp;eacute;cnicas que voc&amp;ecirc; usou para construir esse trabalho?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu quis experimentar v&amp;aacute;rias coisas: filme, polar&amp;oacute;ide, digital, e ver o que tinha mais a ver com a proposta. As minhas refer&amp;ecirc;ncias eram as fotos antigas. Ent&amp;atilde;o, de alguma forma eu quis deixar presente, seja na tonalidade ou no enquadramento, essa est&amp;eacute;tica caseira e crua. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fotografia documental ou art&amp;iacute;stica?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje existe uma vasta discuss&amp;atilde;o sobre o que &amp;eacute; documental ou o que &amp;eacute; arte na fotografia. Pode ser que o meu trabalho seja documental, eu n&amp;atilde;o me apego muito nesses conceitos. N&amp;atilde;o procuro muito me colocar em uma divis&amp;atilde;o e nem acredito nessas divis&amp;otilde;es. Que seja documental ou n&amp;atilde;o, mas que tenha outros experimentos com a linguagem fotogr&amp;aacute;fica. Hoje em dia tem muita pesquisa boa, por exemplo o trabalho do Jo&amp;atilde;o Castilho, que &amp;eacute; arte, mas n&amp;atilde;o deixa de ser documental. &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Quem s&amp;atilde;o os fot&amp;oacute;grafos que te influenciam?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Breno Rotatori &amp;eacute; uma refer&amp;ecirc;ncia pra mim, n&amp;atilde;o s&amp;oacute; por ele ser o meu namorado e eu acompanhar de perto o processo dele, mas sim porque sempre vejo ele pesquisando e estudando a fotografia. Gosto muito tamb&amp;eacute;m do trabalho do Jo&amp;atilde;o Castilho, do Rodrigo Braga e da italiana Moira Ricci. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Saiba Mais:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;lt;u&gt;&lt;a href=&quot;http://www.flickr.com/photos/jssmangaba&quot;&gt;www.flickr.com/photos/jssmangaba&lt;/a&gt;&amp;lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
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    <author>
      <name>tiago</name>
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    <published>2010-09-01T18:56:00Z</published>
    <updated>2010-09-01T18:57:02Z</updated>
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    <title>Pen&#237;nsula Fernandes . Malta Cloud Chapel . 2010  </title>
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<summary type="html">O Península Fernandes não é uma banda ou um pseudônimo, é uma entidade sônica, um pressuposto atonal...</summary><content type="html">
            O Península Fernandes não é uma banda ou um pseudônimo, é uma entidade sônica, um pressuposto atonal...
&lt;p&gt;&amp;lt;font&gt;O &lt;a href=&quot;www.myspace.com/peninsulafernandes&quot;&gt;&amp;lt;u&gt;Pen&amp;iacute;nsula Fernandes&amp;lt;/u&gt;&lt;/a&gt; n&amp;atilde;o &amp;eacute; uma banda ou um pseud&amp;ocirc;nimo, &amp;eacute; uma entidade s&amp;ocirc;nica, um pressuposto atonal. Com tr&amp;ecirc;s EPs tem&amp;aacute;ticos j&amp;aacute; lan&amp;ccedil;ados, incluindo o mais recente &amp;ldquo;T&amp;aacute; Logo A&amp;iacute;&amp;rdquo;, sobre a Copa do Mundo, o projeto de noise do baixista dos Telepatas Daniel Monteiro se transforma em uma sucess&amp;atilde;o de plat&amp;ocirc;s sonoros e terrorismos aurais dispostos sem muita cerim&amp;ocirc;nia em nove faixas, que v&amp;atilde;o da constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o em camadas da abertura &amp;ldquo;Petencostes&amp;rdquo; ao inc&amp;ocirc;modo minimalismo de &amp;ldquo;Tel Aviv Allegro&amp;rdquo;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O disco n&amp;atilde;o &amp;eacute; nada confort&amp;aacute;vel ou palat&amp;aacute;vel, mas n&amp;atilde;o deixa de ser fascinante. &amp;Eacute; f&amp;aacute;cil imaginar um paralelo entre os momentos mais ca&amp;oacute;ticos de &amp;ldquo;Malta&amp;rdquo; e os desencontros urbanos de S&amp;atilde;o Paulo, especialmente em uma faixa como &amp;ldquo;Do 16 ao 18 (Flui Bem)&amp;rdquo;, montada a partir de boletins radiof&amp;ocirc;nico de tr&amp;acirc;nsito aleat&amp;oacute;rios, algo t&amp;atilde;o cotidiano na cidade que s&amp;oacute; volta a parecer estranho quando isolado de seu contexto inicial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, o disco encontra um componente bem-humorado em momentos como &amp;ldquo;Divertimento Gostoso&amp;rdquo;, em que a voz de Daniel, distorcida, aparece ironicamente declarando que &amp;ldquo;Pen&amp;iacute;nsula Fernandes &amp;eacute; para relaxar&amp;rdquo;. Ele mesmo j&amp;aacute; definiu o projeto como &amp;ldquo;m&amp;uacute;sica pop de baixos recursos&amp;rdquo; e j&amp;aacute; foi comparado a Joy Orbinson e a Dan Deacon. Faz todo o sentido &amp;ndash; descontra&amp;ccedil;&amp;atilde;o tensa e contraponto para um mundo onde o mp3 player levou a m&amp;uacute;sica de elevador para todo o cotidiano. &amp;lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;lt;font&gt;&lt;em&gt;Por Amauri Stamboroski Jr.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
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      <name>tiago</name>
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    <id>tag:maissoma.com,2010-08-31:1576</id>
    <published>2010-08-31T18:01:00Z</published>
    <updated>2010-08-31T18:01:31Z</updated>
    <category term="+HIGHLIGHTS"/>
    <link href="http://maissoma.com/espaco-soma-lancamento-da-soma-19-no-happy-hour-na-sexta-e-show-de-kaoll-lanny-gordin-no-sabado" rel="alternate" type="text/html"/>
    <title>Espa&#231;o +Soma: Lan&#231;amento da +Soma 19 no Happy Hour na Sexta e Show de Kaoll &amp; Lanny Gordin no S&#225;bado</title>
    <link href="http://maissoma.com/assets/2010/8/31/lanny.jpg" title="lanny.jpg" rel="enclosure" type="image/jpeg" length="83153"/>
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            &lt;p&gt;&amp;lt;font&gt;O happy hour desta sexta, 3, comemora o lan&amp;ccedil;amento da revista +Soma 19. Nesta edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a arte urbana &amp;eacute; reverenciada com um ensaio sobre o artista norte-americano Thomas Campbell. Outra mat&amp;eacute;ria responsa &amp;eacute; a entrevista com Garage Fuzz, banda que segue pela estrada do rock independente h&amp;aacute; 20 anos. O Zimbo Trio tamb&amp;eacute;m ganha lugar de honra nas p&amp;aacute;ginas da revista e fala sobre a inser&amp;ccedil;&amp;atilde;o da m&amp;uacute;sica instrumental brasileira na d&amp;eacute;cada de 1960. E mais: Mark Lanegan, Javelin, Do Amor, Porcas Borboletas, Mini Box Lunar, Sellen e Barlow, e por a&amp;iacute; vai.&amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No comando da noitada, o jornalista, pesquisador musical e fundador do site S&amp;oacute; Pedrada Musical, Daniel Tamenpi, vai colocar nos toca-discos muito soul, afrobeat, hip-hop, reggae/dub e brasilidades. &lt;br /&gt;&amp;lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;lt;font&gt;Data: 03.09.10 &amp;ndash; Sexta&lt;br /&gt;Hor&amp;aacute;rio: 20h&lt;br /&gt;Entrada . Gratuita&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;lt;font&gt;O show de Kaoll &amp;amp; Lanny Gordin, que acontece no Espa&amp;ccedil;o +Soma neste s&amp;aacute;bado, 4, &amp;eacute; para apreciadores de boa m&amp;uacute;sica instrumental com ecos de psicodelia. A banda tem claras refer&amp;ecirc;ncias do som progressivo dos anos 1970, do jazz contempor&amp;acirc;neo e de m&amp;uacute;sica cl&amp;aacute;ssica. Neste ano, lan&amp;ccedil;ou &amp;ldquo;Auto-Hipnose&amp;rdquo;, o segundo &amp;aacute;lbum de est&amp;uacute;dio em parceria com o guitarrista Lanny Gordin. No disco, a guitarra de Lanny permeia as m&amp;uacute;sicas atrav&amp;eacute;s de sutis melodias e improvisos prodigiosos, al&amp;eacute;m das j&amp;aacute; reverenciadas progress&amp;otilde;es de acordes que o notabilizaram como um dos grandes mestres da harmonia. No show, a banda vai apresentar as composi&amp;ccedil;&amp;otilde;es do novo CD e do primeiro disco, &amp;ldquo;Kaoll 04&amp;rdquo;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No v&amp;iacute;deo abaixo um aperitivo do que vai rolar no s&amp;aacute;bado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &amp;lt;object height=&quot;385&quot; width=&quot;541&quot;&gt;&amp;lt;param&gt;&amp;lt;/param&gt;&amp;lt;param&gt;&amp;lt;/param&gt;&amp;lt;param&gt;&amp;lt;/param&gt;&amp;lt;embed src=&quot;http://www.youtube.com/v/nwD_nOPVWO4?fs=1&amp;amp;amp;hl=en_US&quot; height=&quot;385&quot; width=&quot;541&quot;&gt;&amp;lt;/embed&gt;&amp;lt;/object&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;lt;font&gt;Data: 04.09.10 &amp;ndash; S&amp;aacute;bado&lt;br /&gt;Hor&amp;aacute;rio: 20h&lt;br /&gt;Entrada . R$ 15 ou R$ 10 (lista)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Espa&amp;ccedil;o +Soma (Espa&amp;ccedil;o Cultural/Loja/Caf&amp;eacute;)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Rua Fidalga 98 - Vila Madalena - S&amp;atilde;o Paulo - SP&lt;br /&gt;Informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es - info@maissoma.com / 11 3031.7945&lt;br /&gt;Ter&amp;ccedil;a a quinta-feira das 12h as 20h&lt;br /&gt;Sextas e s&amp;aacute;bados das 12h a 0h&lt;br /&gt;Aceitamos cart&amp;otilde;es da Redecard. &lt;br /&gt;&amp;lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
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    <author>
      <name>tiago</name>
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    <id>tag:maissoma.com,2010-08-30:1575</id>
    <published>2010-08-30T18:51:00Z</published>
    <updated>2010-08-30T19:00:13Z</updated>
    <category term="+AGENDA"/>
    <link href="http://maissoma.com/programacao-31-08-a-06-09-10" rel="alternate" type="text/html"/>
    <title>Programa&#231;&#227;o  31 . 08 a 06 . 09 . 10</title>
<content type="html">
            &amp;lt;font&gt;&lt;strong&gt;DESTAQUES DO ESPA&amp;Ccedil;O +SOMA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;lt;font&gt;KAOLL &amp;amp; LANNY GORDIN&amp;lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;lt;font&gt;04 . 09 &amp;ndash; S&amp;aacute;bado a partir das 20h . R$ 15&amp;lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&amp;lt;font&gt;&lt;br /&gt;31 . 08 . 2010 . Ter&amp;ccedil;a&amp;lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&amp;lt;font&gt;&lt;br /&gt;Rael da Rima e Emicida &amp;lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Entrada . S&amp;oacute; chegar . 21h&lt;br /&gt;Studio SP . Rua Augusta 591 . Centro . SP&lt;br /&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es . studiosp.org/&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;M&amp;aacute;rcia Castro&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Entrada . S&amp;oacute; chegar . 00h&lt;br /&gt;Studio SP . Rua Augusta 591 . Centro . SP&lt;br /&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es . studiosp.org/&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Questionable Party&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;DJs Quest Crew + Show Comodoro&lt;br /&gt;Entrada R$ 10. A partir das 21h&lt;br /&gt;Tapas Club . Rua Augusta . 1246 . Consola&amp;ccedil;&amp;atilde;o . SP&lt;br /&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es . tapasclub.com.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Festa Chocolate&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;King + Zegon + Pogo&lt;br /&gt;Entrada . M R$ 20 H R$ 50 . A partir das 23h30&lt;br /&gt;Clash Club . Rua Barra Funda, 969&lt;br /&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es . clashclub.com.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Jazz Nights&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Ari Borger Quarteto&lt;br /&gt;Entrada R$ 5 (M) e R$ 8 (H) . 21h&lt;br /&gt;Berlin . Rua C&amp;ocirc;nego Vicente Marino, 85 . Barra Funda . SP&lt;br /&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es . clubeberlin.com.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;lt;font&gt;&lt;strong&gt;01 . 09 . 2010 . Quarta&lt;/strong&gt;&amp;lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Vigilante Showcase&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Entrada . R$ 15 ou R$ 10 (lista) . 21h&lt;br /&gt;Studio SP . Rua Augusta 591 . Centro . SP&lt;br /&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es . studiosp.org/&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Festa 1 ano Cultura Livre&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;DJs Ramiro Zwetsch e Ronaldo Evangelista&lt;br /&gt;Entrada . S&amp;oacute; chegar! 21h&lt;br /&gt;Serralheria . Rua Guaicurus 857 . Lapa&lt;br /&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es . escapeserralheria.org&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Baile Veneno&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Entrada . Gr&amp;aacute;tis . 22h&lt;br /&gt;Astronete . Rua Matias Aires, 183 . Centro . SP&lt;br /&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es . astronete.com.br/&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os Mojo Workers&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Entrada R$ 15 ou R$ (lista) . 23h&lt;br /&gt;Berlin . Rua C&amp;ocirc;nego Vicente Marino, 85 . Barra Funda . SP&lt;br /&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es . clubeberlin.com.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;lt;font&gt;&lt;strong&gt;02 . 09 . 2010 . Quinta&lt;/strong&gt;&amp;lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Monga Festa&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Entrada R$ 10. A partir das 21h&lt;br /&gt;Tapas Club . Rua Augusta . 1246 . Consola&amp;ccedil;&amp;atilde;o . SP&lt;br /&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es . tapasclub.com.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Balalaika&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Entrada R$ 15 ou R$ 10 (lista) . 23h&lt;br /&gt;Berlin . Rua C&amp;ocirc;nego Vicente Marino, 85 . Barra Funda . SP&lt;br /&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es . clubeberlin.com.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;lt;font&gt;&lt;strong&gt;03 . 09 . 2010 . Sexta&lt;/strong&gt;&amp;lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Otis Trio&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Entrada . R$ 10 . 21h&lt;br /&gt;Serralheria . Rua Guaicurus 857 . Lapa SP&lt;br /&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es . escapeserralheria.org&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Guacharaca&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Entrada R$ 15 ou R$ 10 (lista) . 23h&lt;br /&gt;Berlin . Rua C&amp;ocirc;nego Vicente Marino, 85 . Barra Funda . SP&lt;br /&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es . &amp;lt;/font&gt;&amp;lt;font&gt;clubeberlin.com.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;G.T.A&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;hip-hop old school, dub, funk, soul...&lt;br /&gt;Entrada . R$ 10 . 23h&lt;br /&gt;Milo Garage . Rua Minas Gerais, 203a . Higien&amp;oacute;polis . SP&lt;br /&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es . milogarage.com&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Chaka Hotnightz&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Entrada R$ 10. A partir das 21h&lt;br /&gt;Tapas Club . Rua Augusta . 1246 . Consola&amp;ccedil;&amp;atilde;o . SP&lt;br /&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es . tapasclub.com.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;lt;font&gt;&lt;strong&gt;04 . 09 . 2010 . S&amp;aacute;bado&lt;/strong&gt;&amp;lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Nosaj Thing&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Entrada . S&amp;oacute; chegar! 16h&lt;br /&gt;Mis . Av. Europa 158 . Jardim Europa SP&lt;br /&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es . mis-sp.org.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Criolina&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Entrada R$ 10. A partir das 21h&lt;br /&gt;Tapas Club . Rua Augusta . 1246 . Consola&amp;ccedil;&amp;atilde;o . SP&lt;br /&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es . tapasclub.com.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Canvas VJ&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Entrada . R$ 10 . 21h&lt;br /&gt;Serralheria . Rua Guaicurus 857 . Lapa SP&lt;br /&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es . escapeserralheria.org&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Discotexxx&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Entrada . R$ 10 (lista) e R$ 15 . 22h&lt;br /&gt;Astronete . Rua Matias Aires, 183 . Centro SP&lt;br /&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es . astronete.com.br/&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Overdancing&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Tiago Guiness + Convidados&lt;br /&gt;Entrada . R$ 20 . 23h&lt;br /&gt;Alley Club . Rua Barra Funda, 1066 . SP&lt;br /&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es . alleyclub.com.br/&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;lt;font&gt;&lt;strong&gt;05 . 09 . 2010 . Domingo&lt;/strong&gt;&amp;lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Nosaj Thing&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Entrada . R$ 10 . 19h&lt;br /&gt;Mis . Av. Europa 158 . Jardim Europa SP&lt;br /&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es . mis-sp.org.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Jazz nos Domingos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Entrada R$ 5. A partir das 20h&lt;br /&gt;Tapas Club . Rua Augusta . 1246 . Consola&amp;ccedil;&amp;atilde;o . SP&lt;br /&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es . tapasclub.com.br &amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;lt;font&gt;&lt;strong&gt;06 . 09 . 2010 . Segunda&lt;/strong&gt;&amp;lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;La Cartelera Ska&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Entrada R$ 10. A partir das 21h&lt;br /&gt;Tapas Club . Rua Augusta . 1246 . Consola&amp;ccedil;&amp;atilde;o . SP&lt;br /&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es . tapasclub.com.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Apolonio&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Entrada R$ 15 ou R$ 10 (lista) . 23h&lt;br /&gt;Berlin . Rua C&amp;ocirc;nego Vicente Marino, 85 . Barra Funda . SP&lt;br /&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es . clubeberlin.com.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;lt;/font&gt;
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      <name>tiago</name>
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    <published>2010-08-30T14:30:00Z</published>
    <updated>2010-08-30T14:33:37Z</updated>
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    <title>Dinosaur Jr: Ingressos &#224; Venda em S&#227;o Paulo</title>
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            &amp;lt;font&gt;Quando o &amp;lt;u&gt;&lt;a href=&quot;http://www.myspace.com/dinosaurjr&quot;&gt;Dinosaur Jr.&lt;/a&gt;&amp;lt;/u&gt; anunciou sua volta em 2007, depois de alguns anos longe dos palcos, a longa lista de f&amp;atilde;s brasileiros da banda torcia pela vinda dos caras ao Brasil. Foram mais de vinte anos de espera, mas acompanhando a enxurrada de shows que v&amp;atilde;o acontecer no pais at&amp;eacute; o final do ano, o trio &amp;iacute;cone do rock alternativo pousa em terra tupiniquim para realizar quatro apresenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A banda toca no dia 25 de setembro no Festival recifense No Ar Coquetel Molotov, no dia 26 em Salvador na Concha Ac&amp;uacute;stica e termina a viagem com dois shows em S&amp;atilde;o Paulo, nos dias 28 e 29 de setembro no Comit&amp;ecirc; Club. Os ingressos para os shows em S&amp;atilde;o Paulo j&amp;aacute; est&amp;atilde;o &amp;agrave; venda. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Formado no come&amp;ccedil;o dos anos 1980 e conhecido pelos por longos solos de guitarra, riffs mel&amp;oacute;dicos, distor&amp;ccedil;&amp;atilde;o e letras depressivas, o Dinosaur Jr sempre foi citado como grande influenciador de bandas de rock alternativo e dos anos como Sonic Youth, Mudhoney e Nirvana.&amp;nbsp; &amp;Eacute; a oportunidade de ter uma aula de rock com J Mascis, Lou Barlow e Emmett Murph. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;28 . 09 e 29 . 09 em S&amp;atilde;o Paulo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dinosaur Jr.&lt;br /&gt;Entrada . R$ 60 (1&amp;deg; Lote) . 23h&lt;br /&gt;Comit&amp;ecirc; Club . Rua Augusta 609 . Centro SP&lt;br /&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es . &lt;a href=&quot;http://www.ingressorapido.com.br&quot;&gt;ingressorapido.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;lt;/font&gt;
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    <author>
      <name>tiago</name>
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    <published>2010-08-27T18:07:00Z</published>
    <updated>2010-08-27T19:11:58Z</updated>
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    <link href="http://maissoma.com/javelin-faz-show-hoje-na-neu-e-amanha-no-estudio-emme" rel="alternate" type="text/html"/>
    <title>Javelin Faz Show no Est&#250;dio Emme Amanh&#227; </title>
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            &lt;p&gt;&amp;lt;font&gt; O &lt;a href=&quot;http://www.myspace.com/hotjamzofjavelin&quot;&gt;&amp;lt;u&gt;Javelin&amp;lt;/u&gt;&lt;/a&gt;, um dos principais exportadores de beats do Brooklyn da atualidade, chega ao Brasil para uma apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o responsa amanh&amp;atilde;, 28, no Est&amp;uacute;dio Emme para o projeto Under30 Series.&amp;lt;/font&gt;&amp;lt;font&gt; Formado pelos primos Tom Van Buskirk e George Langford&amp;lt;/font&gt;&amp;lt;font&gt;os, o projeto da dupla &amp;eacute; uma mistura de disco music, Motown, electro e hip-hop. &amp;lt;/font&gt;&amp;lt;font&gt;Se voc&amp;ecirc; curte os caras, eles ainda v&amp;atilde;o fazer apresentar um DJ set no Neu Club hoje.&amp;lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&amp;lt;font&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Confira abaixo a mat&amp;eacute;ria de Sean Edgar sobre a dupla, que estar&amp;aacute; na&amp;nbsp; +Soma 19.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;28 . 08&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Under30 Series com Javelin &lt;br /&gt;Entrada . R$ 30 . 23h30&lt;br /&gt;Est&amp;uacute;dio EMME: Av. Pedroso de Moraes&amp;nbsp; 1036 . Pinheiros&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Javelin &lt;br /&gt;Os Mestres da Reciclagem&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Por Sean Edgar (*) . Retrato por Tim Soter&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando Tom van Buskirk, o frontman barbudo do Javelin, admite que era &amp;ldquo;totalmente sem no&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;rdquo; na &amp;eacute;poca do col&amp;eacute;gio, fica dif&amp;iacute;cil avaliar se a afirma&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; um elogio ou um insulto. Contextualizando: van Buskirk fez essa revela&amp;ccedil;&amp;atilde;o enquanto contava como criou a melodia de uma de suas primeiras composi&amp;ccedil;&amp;otilde;es, o tema de abertura do programa do clube do audiovisual de sua escola. &amp;ldquo;Eu sampleei um som do Three Dog Night, mixei com o beat de um disco de break e gravei uns instrumentais por cima&amp;rdquo;, ele conta, aos risos. &amp;ldquo;Ficou bem brega.&amp;rdquo;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;ldquo;Brega&amp;rdquo; e &amp;ldquo;sem no&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;rdquo; s&amp;atilde;o duas defini&amp;ccedil;&amp;otilde;es que van Buskirk usa com frequ&amp;ecirc;ncia para descrever suas inclina&amp;ccedil;&amp;otilde;es musicais. Tecnicamente, ele n&amp;atilde;o deixa de ter raz&amp;atilde;o. Junto com seu companheiro de banda George Langford, van Buskirk tem uma certa tend&amp;ecirc;ncia a reciclar, destilar e aglutinar uma determinada gama de g&amp;ecirc;neros subestimados, e muitas vezes considerados brega, do espectro p&amp;oacute;s-moderno. Por&amp;eacute;m, apesar de sua humildade um tanto ir&amp;ocirc;nica, o Javelin &amp;eacute; hoje um dos maiores exportadores de beats do Brooklyn, ostentando um bom n&amp;uacute;mero de mixagens premiadas em elei&amp;ccedil;&amp;otilde;es feitas por blogs e uma reputa&amp;ccedil;&amp;atilde;o consider&amp;aacute;vel por jams &amp;eacute;picas em lofts da cidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas as origens do Javelin v&amp;atilde;o muito al&amp;eacute;m das margens do East River. Van Buskirk e Langford t&amp;ecirc;m muito mais em comum do que o amor pelos hits radiof&amp;ocirc;nicos e pela produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o nas picapes: eles s&amp;atilde;o primos, e foram criados nos estados vizinhos de Rhode Island e Massachusetts. Passavam juntos com frequ&amp;ecirc;ncia os feriados prolongados e as f&amp;eacute;rias de ver&amp;atilde;o, trocando riffs de guitarra e mixtapes de quatro canais durante toda a juventude. Depois de se formarem na faculdade (ambos em Literatura Inglesa), eles viajaram para a Am&amp;eacute;rica do Sul: van Buskirk para Buenos Aires, e Langford para Salvador e para o Rio de Janeiro. &amp;ldquo;No meu caso foi s&amp;oacute; uma temporada fora do pa&amp;iacute;s, com um objetivo mais ou menos definido&amp;rdquo;, explica van Buskirk. &amp;ldquo;Levei comigo toda a minha aparelhagem musical e ficava criando coisas no apartamento.&amp;rdquo;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para os futuros integrantes do Javelin, as lojas de discos locais ofereciam prateleiras repletas de obras-primas esquecidas e novos tesouros que os nova-iorquinos antenados devoravam em segundos. &amp;ldquo;Tinha uma lojinha a que eu ia direto, onde comprei nada menos que 75 discos bem bizarros, desses que s&amp;atilde;o lan&amp;ccedil;ados para o mercado internacional. Muitos deles eram de disco music, e muito, muito bregas.&amp;rdquo; Langford, por sua vez, que nutria um gosto por Herbie Hancock no col&amp;eacute;gio, estava descobrindo Caetano Veloso, Os Mutantes, Gilberto Gil e muitos outros artistas da Tropic&amp;aacute;lia no Brasil.&lt;br /&gt;&amp;lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;lt;font&gt;Quando voltaram aos Estados Unidos, por volta de 2005, os dois come&amp;ccedil;aram a transformar anos e anos de escava&amp;ccedil;&amp;otilde;es fonogr&amp;aacute;ficas em discos que foram imediatamente bem aceitos pela comunidade blogueira. O lan&amp;ccedil;amento independente &amp;ldquo;Jamz n Jemz&amp;rdquo;, um CD-R de 25 faixas de beats retr&amp;ocirc; do hip-hop e melodias criadas em sintetizadores dos anos 80, chamou a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Luaka Bop, o selo internacional de David Byrne. A gravadora prop&amp;ocirc;s um contrato para o Javelin sem pensar duas vezes. &amp;ldquo;Quando eles entraram em contato, j&amp;aacute; est&amp;aacute;vamos conversando com outro pessoal. A gente tinha acabado de mudar para Nova York, e pensou: &amp;lsquo;N&amp;atilde;o deve ser s&amp;oacute; uma coincid&amp;ecirc;ncia&amp;rsquo;&amp;rdquo;, recorda van Buskirk. A Luaka Bop permitiu inclusive que a dupla co-optasse seu podcast, plataforma na qual surgiu &amp;ldquo;Andean Ocean Tape&amp;rdquo;, uma esp&amp;eacute;cie de celebra&amp;ccedil;&amp;atilde;o escapista do ver&amp;atilde;o. Logo depois, foi lan&amp;ccedil;ado &amp;ldquo;No Mas&amp;rdquo;, primeiro LP de est&amp;uacute;dio do duo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;ldquo;No Mas&amp;rdquo; representa um passo &amp;agrave; frente muito bem pensado na evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o impressionante do Javelin. Poderia ser facilmente confundido com uma mix tape de funk, pop, dub e acid jazz para ningu&amp;eacute;m botar defeito, mas cada som traz consigo o DNA peculiar do duo. A lista de m&amp;uacute;sicas do disco &amp;eacute; um excelente exemplo da inquietude da dupla, que muda de estilo com frequ&amp;ecirc;ncia e delicadeza. &amp;ldquo;Vibrationz&amp;rdquo; pulsa por tr&amp;aacute;s do som de uma guitarra com wah wah digitalizada, que se funde a um vocal feminino sampleado entoando o mantra sensual de uma s&amp;oacute; palavra da faixa. Logo em seguida, &amp;ldquo;Mossy Woodland&amp;rdquo; navega pelas &amp;aacute;guas de uma m&amp;uacute;sica pop executada por um conjunto de cordas, permitindo a van Buskirk exibir seu alcance vocal em meio a uma tempestade de reverbs. E m&amp;uacute;sicas como &amp;ldquo;Tell Me, What Will it Be?&amp;rdquo; mergulham t&amp;atilde;o profundamente no mar de arranjos jazz&amp;iacute;sticos medianos que o limo acumulado durante os longos anos de esquecimento se torna quase palp&amp;aacute;vel. &amp;Eacute; o tipo de trilha sonora capaz de dar sobrevida a uma festa mesmo depois de sua morte natural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Levar essa mistura sofisticada para os palcos n&amp;atilde;o era uma tarefa f&amp;aacute;cil, e nesse caso van Buskirk e Langford fizeram o qualquer m&amp;uacute;sico de respeito que trabalha com mixagens faria: juntaram um estoque de vinte boomboxes antigas para amplificar suas batidas atrav&amp;eacute;s de um r&amp;aacute;dio FM. Assim como em suas escava&amp;ccedil;&amp;otilde;es sonoras, eles foram longe para conseguir os melhores sons reciclados. &amp;ldquo;Eu passava o tempo todo indo a lojas de artigos de segunda m&amp;atilde;o. A maior parte da aparelhagem do Javelin foi encontrada nessas lojas, assim como os discos, os cassetes e as fitas VHS. Achamos algumas coisas na rua uma vez, mas a maioria foi comprada por 10 ou 20 d&amp;oacute;lares em um bazar qualquer do Ex&amp;eacute;rcito da Salva&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&amp;rdquo;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por&amp;eacute;m, apesar do contrato com uma gravadora de prest&amp;iacute;gio e da pir&amp;acirc;mide de alto-falantes velhos, van Buskirk ainda n&amp;atilde;o se acha muito diferente do moleque do col&amp;eacute;gio que incorporava beats a samples de sons do Three Dog Night. &amp;ldquo;Na m&amp;uacute;sica &amp;lsquo;Radio&amp;rsquo;, a letra que eu escrevi diz que &amp;lsquo;Eu sou o mesmo desde a quarta s&amp;eacute;rie.&amp;rsquo; E &amp;eacute; verdade &amp;ndash; eu fa&amp;ccedil;o as mesmas coisas que fazia quando era moleque.&amp;rdquo;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(*) Tradu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Alexandre Boide &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
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    <updated>2010-08-26T21:36:23Z</updated>
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    <title>Nosaj Thing Toca em S&#227;o Paulo em Setembro</title>
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            &lt;p&gt;&amp;lt;font&gt;J&amp;aacute; tem uns bons anos que o Sul da Calif&amp;oacute;rina despontou como uma das mecas da m&amp;uacute;sica eletr&amp;ocirc;nica mundial (m&amp;uacute;sica boa, n&amp;atilde;o psytrance e farofadas do tipo). Foi de l&amp;aacute; que sa&amp;iacute;ram gente como Flying Lotus, Gonjasufi, Dam Funk, Daedelus e o coletivo Low End Theory. Um dos nomes mais novos e virtuosos dessa cena, sem d&amp;uacute;vida, &amp;eacute; o prod&amp;iacute;gio Jason Chung, conhecido pelo nome de guerra &amp;lt;u&gt;&lt;a href=&quot;http://www.myspace.com/nosajthing&quot;&gt;Nosaj Thing&lt;/a&gt;&amp;lt;/u&gt;. Chung lan&amp;ccedil;ou um disca&amp;ccedil;o em 2009, &amp;quot;DRIFT&amp;quot;, que entrou na lista de melhores do ano de ve&amp;iacute;culos como &amp;quot;XLR8R&amp;quot;, &amp;quot;Urb&amp;quot;, e &amp;quot;The New Yorker&amp;quot; (e que voc&amp;ecirc; pode baixar de gra&amp;ccedil;a e legalmente &amp;lt;u&gt;&lt;a href=&quot;http://rs768.rapidshare.com/files/224297009/Nosaj_Thing_-_Drift__2009_.rar&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;&amp;lt;/u&gt;). Beatmaker e modulador de m&amp;atilde;o cheia, ele demonstra um talento assombroso ao vivo, manipulando beats com rapidez e precis&amp;atilde;o matem&amp;aacute;tica. E o melhor, com cultura musical, saindo do mundo normalmente end&amp;oacute;geno e auto-referente da m&amp;uacute;sica eletr&amp;ocirc;nica: entre suas refer&amp;ecirc;ncias, Chung cita sempre Chopin e Erik Satie, al&amp;eacute;m de produtores como Boards of Canada e a cena de hip-hop da Costa Oeste estadunidense.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de rodar o mundo em festivais como Pukkelpop e S&amp;oacute;nar, Nosaj thing se apresenta agora no MIS, em duas datas, com apoio da Passport: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;+ S&amp;aacute;bado 4/09 na Sunset Party, no p&amp;aacute;tio do museu, das 16h &amp;agrave;s 21h. &lt;strong&gt;Entrada franca.&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&amp;lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;lt;font&gt;+ Domingo 5/09 no Audit&amp;oacute;rio do MIS, &amp;agrave;s 19h. Neste show, o Nosaj apresenta ainda esse show audiovisual fin&amp;eacute;rrimo a&amp;iacute; de baixo. &lt;strong&gt;Inteira: R$ 10. Meia R$ 5.&lt;/strong&gt;&amp;nbsp; &amp;lt;/font&gt;&amp;lt;font&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;lt;object height=&quot;230&quot; width=&quot;400&quot;&gt;&amp;lt;param&gt;&amp;lt;/param&gt;&amp;lt;param&gt;&amp;lt;/param&gt;&amp;lt;param&gt;&amp;lt;/param&gt;&amp;lt;embed src=&quot;http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=5817444&amp;amp;amp;server=vimeo.com&amp;amp;amp;show_title=1&amp;amp;amp;show_byline=1&amp;amp;amp;show_portrait=1&amp;amp;amp;color=00ADEF&amp;amp;amp;fullscreen=1&amp;amp;amp;autoplay=0&amp;amp;amp;loop=0&quot; height=&quot;230&quot; width=&quot;400&quot;&gt;&amp;lt;/embed&gt;&amp;lt;/object&gt;&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://vimeo.com/5817444&quot;&gt;Nosaj Thing Visual Show Compilation Test Shoot&lt;/a&gt; from &lt;a href=&quot;http://vimeo.com/user536518&quot;&gt;Adam Guzman&lt;/a&gt; on &lt;a href=&quot;http://vimeo.com&quot;&gt;Vimeo&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&amp;lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&amp;lt;font&gt;Veja abaixo DJ set do Nosaj Thing na r&amp;aacute;dio KEXP, de Seattle&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;lt;object height=&quot;338&quot; width=&quot;541&quot;&gt;&amp;lt;param&gt;&amp;lt;/param&gt;&amp;lt;param&gt;&amp;lt;/param&gt;&amp;lt;param&gt;&amp;lt;/param&gt;&amp;lt;embed src=&quot;http://www.youtube.com/v/31AFfyPXUKQ?fs=1&amp;amp;amp;hl=pt_BR&quot; height=&quot;338&quot; width=&quot;541&quot;&gt;&amp;lt;/embed&gt;&amp;lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&amp;lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;lt;font&gt;Saiba mais:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;lt;u&gt;&lt;a href=&quot;http://www.nosajthing.com&quot;&gt;www.nosajthing.com&lt;/a&gt;&amp;lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;lt;u&gt;&lt;a href=&quot;http://www.myspace.com/nosajthing&quot;&gt;www.myspace.com/nosajthing&lt;/a&gt;&amp;lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Baixe &amp;quot;DRIFT&amp;quot; na faixa e sem culpa &amp;lt;u&gt;&lt;a href=&quot;http://rs768.rapidshare.com/files/224297009/Nosaj_Thing_-_Drift__2009_.rar&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;&amp;lt;/u&gt;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;lt;font&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;por Mateus Potumati em 26/08/2010&lt;/em&gt;&amp;lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
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    <title>+ENSAIO DE FOTOS: Alejandra Laviada</title>
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            &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&amp;lt;font&gt;Foto Esculturas&amp;lt;/font&gt;&lt;/strong&gt;&amp;lt;font&gt;&lt;em&gt; &lt;strong&gt;de Alejandra Laviada&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&amp;lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;lt;font&gt;Ao fotografar encena&amp;ccedil;&amp;otilde;es escult&amp;oacute;ricas, Alejandra Laviada subverte a mat&amp;eacute;ria. O primeiro ato se encerra quando a cortina da sua c&amp;acirc;mera 6x7 se fecha. Objetos aparentemente descartados da sociedade, encontrados em edif&amp;iacute;cios abandonados na cidade do M&amp;eacute;xico, s&amp;atilde;o reordenados por Alejandra como esculturas ef&amp;ecirc;meras que ressurgem pictoricamente em forma de fotografias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O resultado dessas interven&amp;ccedil;&amp;otilde;es nos conduze por sensa&amp;ccedil;&amp;otilde;es estranhas. &amp;Eacute; inevit&amp;aacute;vel o desejo de tocar o objeto fixo, im&amp;oacute;vel e que agora s&amp;oacute; existe no plano bidimensional da fotografia. Somos convidados a decifrar essas imagens, obrigados a saltar da exist&amp;ecirc;ncia linear dos objetos para um n&amp;iacute;vel de exist&amp;ecirc;ncia mais abstrato e adimensional. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Al&amp;eacute;m disso, a po&amp;eacute;tica deste trabalho, que se utiliza de res&amp;iacute;duos da sociedade industrial, sugere uma reflex&amp;atilde;o sobre os ciclos de vida urbana com seus processos de decad&amp;ecirc;ncia e reinven&amp;ccedil;&amp;atilde;o: &amp;ldquo;Meu processo fotogr&amp;aacute;fico &amp;eacute; uma esp&amp;eacute;cie de arqueologia urbana, j&amp;aacute; que recrio novas narrativas com os objetos que vou desenterrando. Cada pe&amp;ccedil;a nos revela algo da hist&amp;oacute;ria ou fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o do espa&amp;ccedil;o e das pessoas que o habitaram&amp;rdquo;, afirma Laviada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com &amp;ldquo;Foto Esculturas&amp;rdquo;, Alejandra ganhou em 2009 o pr&amp;ecirc;mio &amp;ldquo;Descubrimientos&amp;rdquo; do festival PhotoEspa&amp;ntilde;a, que lhe proporcionou uma exposic&amp;atilde;o individual no festival deste ano. Neste ensaio, a fot&amp;oacute;grafa questiona os processos de revitaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos espa&amp;ccedil;os urbanos, assim como a pr&amp;oacute;pria fotografia, que aparece como uma forma de reflex&amp;atilde;o diferenciada da premissa cartesiana, na qual pensar significa seguir a linha escrita.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;Edu Monteiro&lt;br /&gt;Fotonauta&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&amp;lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
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    <published>2010-08-25T13:56:00Z</published>
    <updated>2010-08-25T14:04:39Z</updated>
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    <title>Celso Menezes e Felipe Massafera . Jambocks! - Parte 1 Zarabatana Books . 2010</title>
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<summary type="html">Quadrinho brasileiro em alta, como fazia anos que não acontecia. A esmerada edição...</summary><content type="html">
            Quadrinho brasileiro em alta, como fazia anos que não acontecia. A esmerada edição... 
&amp;lt;font&gt;Quadrinho brasileiro em alta, como fazia anos que n&amp;atilde;o acontecia. A esmerada edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Zarabatana desta fic&amp;ccedil;&amp;atilde;o baseada na hist&amp;oacute;rias da participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o brasileira na Segunda Guerra Mundial &amp;eacute; um dos lan&amp;ccedil;amentos mais bacanas da atualidade, mas estranhamente um dos menos saudados. O texto de Celso Menezes &amp;eacute; afiado e fluente; esta primeira parte, na qual somos apresentados aos motivos que levaram o pa&amp;iacute;s &amp;agrave; guerra e aos protagonistas da hist&amp;oacute;ria, d&amp;aacute; conta de nos por a par das motiva&amp;ccedil;&amp;otilde;es deste fato hist&amp;oacute;rico brasileiro pouco explorado ficcionalmente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A arte de Felipe Massafera, devedora em cada linha da obra hiper realista do quadrinista estadunidense Alex Ross, &amp;eacute; esmerada e nos envolve em cada detalhe do ambiente de ent&amp;atilde;o. Chama a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o como a dupla, em t&amp;atilde;o poucas p&amp;aacute;ginas, consegue nos colocar t&amp;atilde;o plenamente na hist&amp;oacute;ria. H&amp;aacute; como complemento uma cronologia da Primeira e Segunda Guerras, e uns textos um tanto quanto rasteiros sobre a mesma. Nada que diminua o interesse na obra, que em tudo destoa das HQs feitas atualmente no pa&amp;iacute;s. &lt;em&gt;Este livro pode ser encontrado na loja do espa&amp;ccedil;o +Soma.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Por Arthur Dantas&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;lt;/font&gt;
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    <title>Psilosamples Nesta Sexta no CCJ em SP</title>
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            &lt;p&gt;&amp;lt;font&gt;Nesta sexta, 27, o Centro Cultural da Juventude vai receber o projeto de Z&amp;eacute; Rol&amp;ecirc; aka &lt;a href=&quot;http://www.myspace.com/psilosamples&quot;&gt;&amp;lt;u&gt;Psilosamples&amp;lt;/u&gt;&lt;/a&gt;. De banda punk rock a MC Freestyle, Z&amp;eacute; est&amp;aacute; envolvido com a m&amp;uacute;sica desde os tr&amp;ecirc;s anos de idade e ganhou v&amp;aacute;rios festivais de can&amp;ccedil;&amp;atilde;o no sul de Minas. Hoje, o mineiro de Po&amp;ccedil;o Fundo faz m&amp;uacute;sica eletr&amp;ocirc;nica e se apresenta com um computador na m&amp;atilde;o e alguns softwares. As composi&amp;ccedil;&amp;otilde;es eletr&amp;ocirc;nicas s&amp;atilde;o misturada com cantigas, cirandas, forr&amp;oacute;, hip-hop e outras refer&amp;ecirc;ncias que v&amp;atilde;o se colando e formam um downbeat com experimentalismo e som regional. No live-act, ele deve apresentar a cole&amp;ccedil;&amp;atilde;o de remixes As Aventuras de Z&amp;eacute; no Planeta Ro&amp;ccedil;a e algumas composi&amp;ccedil;&amp;otilde;es in&amp;eacute;ditas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;27 . 08 . 2010 &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&amp;lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;lt;font&gt;Psilosamples&lt;br /&gt;Entrada . S&amp;oacute; chegar. 20h&lt;br /&gt;Centro Cultural da Juventude . Av. Deputado Em&amp;iacute;lio Carlos 3.641. Vila Nova Cachoeirinha . ZN&lt;br /&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es . escuta.estudiolivre.org&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
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    <title>+ENTREVISTA: Chali 2Na, Por Daniel Tamenpi</title>
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            &lt;p&gt;(Entrevista publicada na +Soma 18/Jul-Ago 2010. Baixe &lt;a href=&quot;http://tinyurl.com/395pekm&quot;&gt;&amp;lt;u&gt;aqui&amp;lt;/u&gt;&lt;/a&gt; ou descubra &lt;a href=&quot;http://bit.ly/cSCPE0&quot;&gt;&amp;lt;u&gt;aqui&amp;lt;/u&gt;&lt;/a&gt; onde conseguir uma.)&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;lt;font&gt;&lt;strong&gt;O bar&amp;iacute;tono do hip-hop&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&amp;lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;lt;font&gt;&lt;em&gt;Por Daniel Tamenpi . Colabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Suemyra Shah&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Charles Stewart Jr., ou Chali 2Na, como ficou mundialmente conhecido, &amp;eacute; uma das figuras mais ativas do hip-hop mundial. Sua carreira acompanha a evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do rap desde os anos 90 at&amp;eacute; os dias de hoje. Nascido em Chicago, mas criado em Los Angeles, Tuna faz parte da gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o que moldou o estilo que viria na contram&amp;atilde;o do gangsta rap e do rap comercial. Sua voz &amp;eacute; marcante, daquelas que se reconhece nos primeiros versos, seja nas m&amp;uacute;sicas do Jurassic 5, do Ozomatli ou nas dezenas de participa&amp;ccedil;&amp;otilde;es que fez durante toda a carreira. Uma de suas caracter&amp;iacute;sticas &amp;eacute; a facilidade de se encaixar em linhas sonoras variadas: rap, funk, reggae, m&amp;uacute;sica latina, rock, o que for. Apelidado &amp;ldquo;o bar&amp;iacute;tono do hip-hop&amp;rdquo;, o rapper agora segue em carreira solo ap&amp;oacute;s a separa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do J5, al&amp;ccedil;ando voos altos e marcantes em seu &amp;aacute;lbum de estreia, &amp;ldquo;Fish Outta Water&amp;rdquo;, um dos destaques de 2009, na rec&amp;eacute;m-lan&amp;ccedil;ada mixtape &amp;ldquo;Fish Market Part 2&amp;rdquo; e em v&amp;aacute;rios outros projetos. Em conversa com a +Soma, Tuna fala de sua carreira, dos tempos de col&amp;eacute;gio, da paix&amp;atilde;o pelo graffiti e pela pintura e ainda adianta informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es sobre novos shows no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Voc&amp;ecirc; nasceu em Chicago, que tem uma grande hist&amp;oacute;ria no hip-hop. Qual foi o motivo da sua mudan&amp;ccedil;a pra Los Angeles?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&amp;lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;lt;font&gt;Eu me mudei para Los Angeles para evitar s&amp;eacute;rios problemas em que estava prestes a me meter e que n&amp;atilde;o vem ao caso descrever aqui. Minha av&amp;oacute; j&amp;aacute; estava cansada de Chicago, por causa das muitas trag&amp;eacute;dias que teve que enfrentar durante anos, ent&amp;atilde;o se ofereceu pra me levar, junto com meus irm&amp;atilde;os, pra morar com ela na Calif&amp;oacute;rnia. N&amp;oacute;s aceitamos e fomos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fale um pouco sobre o seu tempo de col&amp;eacute;gio, quando tinha companheiros de classe como Cut Chemist, Everlast, DJ Muggs e Sun Doobie. O hip-hop j&amp;aacute; fazia parte da vida de voc&amp;ecirc;s nessa &amp;eacute;poca?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&amp;lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;lt;font&gt;Sim, senhor! O hip-hop me conquistou bem no in&amp;iacute;cio dos anos 80. Em 86/87 eu j&amp;aacute; estava em Los Angeles, ent&amp;atilde;o [o rap] definitivamente j&amp;aacute; fazia parte da minha vida. Eu, Sun Doobie, Cut Chemist e Marc7 faz&amp;iacute;amos parte do U.N.I.T.Y. Committee, e foi atrav&amp;eacute;s deles que conheci o Muggs e depois o Everlast. O hip-hop em Los Angeles era bem louco, porque era muito influenciado e fortemente ligado &amp;agrave; ind&amp;uacute;stria do cinema, ent&amp;atilde;o voc&amp;ecirc; via todo tipo de estrelas em qualquer lugar. Isso me fez pensar: se eles podem, eu tamb&amp;eacute;m posso! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;lt;object height=&quot;385&quot; width=&quot;480&quot;&gt;&amp;lt;param&gt;&amp;lt;/param&gt;&amp;lt;param&gt;&amp;lt;/param&gt;&amp;lt;param&gt;&amp;lt;/param&gt;&amp;lt;embed src=&quot;http://www.youtube.com/v/01qwM8_jeos?fs=1&amp;amp;amp;hl=en_US&quot; height=&quot;385&quot; width=&quot;480&quot;&gt;&amp;lt;/embed&gt;&amp;lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sei que antes de rimar voc&amp;ecirc; j&amp;aacute; pintava, e faz disso uma atividade at&amp;eacute; os dias de hoje. Inclusive, na sua passagem pelo Brasil, fez pinturas com o Flip. Qual a import&amp;acirc;ncia do grafitti na sua vida?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&amp;lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;lt;font&gt;Foi a chave dos port&amp;otilde;es do hip-hop pra mim. Abriu as portas de um novo mundo, que at&amp;eacute; hoje parece novo, gra&amp;ccedil;as a todas as coisas que eu aprendi sobre arte atrav&amp;eacute;s dos anos. &amp;Eacute; um dos elementos mais antigos do hip-hop, e n&amp;atilde;o pertence s&amp;oacute; a ele, faz parte tamb&amp;eacute;m de outros subg&amp;ecirc;neros. A minha disciplina art&amp;iacute;stica passa pra minha m&amp;uacute;sica, ent&amp;atilde;o [a arte] &amp;eacute; muito importante pra mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Vi no seu Myspace que voc&amp;ecirc; tem feito telas a &amp;oacute;leo, al&amp;eacute;m do graffiti. Quais s&amp;atilde;o suas influ&amp;ecirc;ncias nessa &amp;aacute;rea?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&amp;lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;lt;font&gt;Van Gogh e Rembrandt. Esses caras t&amp;ecirc;m quadros que duram centenas de anos, e os detalhes continuam imaculados! Eu busco a mesma habilidade e longevidade no que eu pinto, ent&amp;atilde;o decidi experimentar a pintura a &amp;oacute;leo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Good Life Cafe foi um lugar que teve um grande valor na sua carreira. Fale um pouco sobre a import&amp;acirc;ncia desse local pra cena daquele momento.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&amp;lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;lt;font&gt;O Good Life Cafe foi importante pra cena porque voc&amp;ecirc; n&amp;atilde;o conseguia um contrato se n&amp;atilde;o fizesse parte do gangsta rap. Naquela &amp;eacute;poca esse estilo era t&amp;atilde;o popular que todo selo queria um grupo como o N.W.A., ent&amp;atilde;o o Good Life era a vitrine necess&amp;aacute;ria para aqueles de n&amp;oacute;s que n&amp;atilde;o participavam da cena gangsta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;lt;object height=&quot;385&quot; width=&quot;480&quot;&gt;&amp;lt;param&gt;&amp;lt;/param&gt;&amp;lt;param&gt;&amp;lt;/param&gt;&amp;lt;param&gt;&amp;lt;/param&gt;&amp;lt;embed src=&quot;http://www.youtube.com/v/qxS7sA-zr44?fs=1&amp;amp;amp;hl=en_US&quot; height=&quot;385&quot; width=&quot;480&quot;&gt;&amp;lt;/embed&gt;&amp;lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Foi por l&amp;aacute; que o Jurassic 5 surgiu? Como aconteceu essa uni&amp;atilde;o de tanta gente talentosa?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&amp;lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;lt;font&gt;Sim, o Jurassic 5 se conheceu no Good Life. Come&amp;ccedil;ou com dois grupos distintos que se admiravam mutuamente e queriam trabalhar juntos. Alguns anos depois finalmente tivemos a chance, e esse som abriu caminho para o que viria a ser o Jurassic 5.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Antes do J5 voc&amp;ecirc; e o Cut Chemist fizeram parte do Ozomatli, uma banda que tem a m&amp;uacute;sica latina como sonoridade principal. Como rolou essa hist&amp;oacute;ria? &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&amp;lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;lt;font&gt;Na verdade o J5 existia antes do Ozomatli. Foi a vers&amp;atilde;o deles da nossa primeira m&amp;uacute;sica, que se chamava &amp;ldquo;Unified Revolution&amp;rdquo;, que me levou a tocar com a banda e mais tarde me tornar parte dela. Eu conhe&amp;ccedil;o o Wil-Dog desde que ele tinha uns 14 anos, e continuamos amigos at&amp;eacute; que as circunst&amp;acirc;ncias me levarem a ajud&amp;aacute;-lo a propagar sua causa. Eu me sinto aben&amp;ccedil;oado por ter sido parte daquilo, e ainda toco e gravo com eles de vez em quando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Jurassic 5 &amp;eacute; um dos grupos mais queridos do hip-hop. Voc&amp;ecirc;s viajaram o mundo todo fazendo shows e turn&amp;ecirc;s. Quais foram os mais marcantes e importantes?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&amp;lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;lt;font&gt;O Festival de Glastonbury, na Inglaterra, em 98, e o Festival Bonnaroo, em 2001, foram pra mim dois pontos cruciais no sucesso do nosso grupo. Tanta gente nos viu ao mesmo tempo em cada um desses festivais que o boca-a-boca se espalhou feito fogo em mato seco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;No ano passado o EP do J5 foi relan&amp;ccedil;ado em uma comemora&amp;ccedil;&amp;atilde;o aos 10 anos do lan&amp;ccedil;amento original. Bateu uma saudade do grupo? Existe a possibilidade de um retorno?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&amp;lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;lt;font&gt;Na verdade n&amp;atilde;o rolou nostalgia, porque essa &amp;eacute; [at&amp;eacute; hoje] a parte principal da minha hist&amp;oacute;ria como artista. Agrade&amp;ccedil;o o que conquistei durante aquela &amp;eacute;poca, assim como o que conquistei depois que me desliguei do grupo. Todos n&amp;oacute;s estamos fazendo o que consideramos necess&amp;aacute;rio artisticamente neste momento em nossas carreiras solo. Apesar de n&amp;atilde;o poder prever o futuro, n&amp;atilde;o acho que exista a chance de nos reunirmos t&amp;atilde;o cedo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;No ano passado voc&amp;ecirc; lan&amp;ccedil;ou seu primeiro disco solo. &amp;ldquo;Fish Outta Water&amp;rdquo; me surpreendeu muito &amp;ndash; como f&amp;atilde;, esperava algo que lembrasse a sonoridade do J5, mas voc&amp;ecirc; seguiu um caminho diferente, mais autoral, mostrando diversas influ&amp;ecirc;ncias.&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&amp;lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;lt;font&gt;&amp;ldquo;Fish Outta Water&amp;rdquo; foi o processo de cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma identidade, ent&amp;atilde;o voc&amp;ecirc; est&amp;aacute; certo. Era minha inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o expor coisas diferentes, que me formaram como artista, e ir al&amp;eacute;m. Agrade&amp;ccedil;o a todos os produtores e artistas convidados que me ajudaram a pintar esse quadro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Voc&amp;ecirc; fez parte do interessante projeto Dino 5, de hip-hop direcionado para as crian&amp;ccedil;as. Como MC e pai, como foi essa experi&amp;ecirc;ncia?&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&amp;lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;lt;font&gt;Foi maravilhoso, porque eu realmente pude usar minha habilidade pra me dirigir &amp;agrave;s crian&amp;ccedil;as sem descambar pro brega. O Prince Paul foi o idealizador. Ele me chamou de uma hora pra outra e explicou a miss&amp;atilde;o. Eu jamais diria n&amp;atilde;o ao Prince Paul! (Risos) Al&amp;eacute;m de mim, estavam envolvidos LadyBug Mecca, WordsWorth, Scratch e a Ursula Rucker. N&amp;oacute;s finalizamos o projeto em uns cinco dias, apesar de termos um prazo de at&amp;eacute; onze. Tenho muito orgulho de ser parte disso!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Voc&amp;ecirc; pegou o hip-hop como cultura, e n&amp;atilde;o como a ind&amp;uacute;stria que &amp;eacute; nos dias de hoje. No Brasil, o hip-hop ainda &amp;eacute; visto dessa forma. Como voc&amp;ecirc; encara o hip-hop nos EUA atualmente?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&amp;lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;lt;font&gt;O hip-hop nos EUA &amp;eacute; definitivamente movido pela ind&amp;uacute;stria e pelo que voc&amp;ecirc; pode ganhar nesse jogo. Ainda &amp;eacute; um movimento centrado na juventude, porem &amp;eacute; mais superficial e visto como uma maneira de ganhar dinheiro, e n&amp;atilde;o como um meio de express&amp;atilde;o. Isso &amp;eacute; a realidade. Mas tenho muito orgulho de existirem artistas por a&amp;iacute; que ainda o amam como forma de arte. S&amp;oacute; tenho a agradecer ao pessoal do Brasil por manter isso vivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Jurassic 5 fez duas apresenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es em 2005 em S&amp;atilde;o Paulo. Eu estava presente e me pareceu que voc&amp;ecirc;s ficaram bem satisfeitos, dando aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o e sorrisos a todos ap&amp;oacute;s as apresenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es. O que voc&amp;ecirc; achou do Brasil? Tem planos pra novos shows por aqui?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&amp;lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;lt;font&gt;Eu simplesmente amo o seu pa&amp;iacute;s por in&amp;uacute;meras raz&amp;otilde;es. Tem gente linda por dentro e por fora, uma m&amp;uacute;sica espetacular e uma cultura inquestionavelmente rica. Eu amei o Brasil, n&amp;atilde;o s&amp;oacute; daquelas duas vezes, mas em todas as vezes que o visitei (ele tamb&amp;eacute;m veio ao Brasil com o &amp;ldquo;Galactic&amp;rdquo;). Eu amo o povo brasileiro. Voc&amp;ecirc;s s&amp;atilde;o calorosos e hospitaleiros. Estou pra voltar nos tr&amp;ecirc;s &amp;uacute;ltimos dias de julho, pra promover o &amp;ldquo;Fish Outta Water&amp;rdquo; e o meu novo projeto, a mixtape &amp;ldquo;Fish Market Part 2&amp;rdquo;, ent&amp;atilde;o, por favor, apare&amp;ccedil;am pra me dar uma for&amp;ccedil;a!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;lt;object height=&quot;385&quot; width=&quot;480&quot;&gt;&amp;lt;param&gt;&amp;lt;/param&gt;&amp;lt;param&gt;&amp;lt;/param&gt;&amp;lt;param&gt;&amp;lt;/param&gt;&amp;lt;embed src=&quot;http://www.youtube.com/v/01qwM8_jeos?fs=1&amp;amp;amp;hl=en_US&quot; height=&quot;385&quot; width=&quot;480&quot;&gt;&amp;lt;/embed&gt;&amp;lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Saiba mais: &lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&amp;lt;u&gt;&lt;a href=&quot;http://www.Chali2na.com&quot;&gt;Chali2na.com&lt;/a&gt;&amp;lt;/u&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://www.Jurassic5.com&quot;&gt;&amp;lt;u&gt;Jurassic5.com&amp;lt;/u&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
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    <author>
      <name>tiago</name>
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    <published>2010-08-23T19:53:00Z</published>
    <updated>2010-08-23T20:01:22Z</updated>
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    <title>+Espa&#231;o Soma: Happy Hour com Quest Crew e Show de Ellen Ol&#233;ria</title>
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            &amp;lt;font&gt;&amp;Uacute;ltima sexta de agosto e o clima est&amp;aacute; esquentando. J&amp;aacute; que o frio resolveu dar uma tr&amp;eacute;gua, nada melhor do que curtir m&amp;uacute;sica boa com cerveja gelada A dica &amp;eacute; o happy hour no Espa&amp;ccedil;o +Soma, que recebe novamente o coletivo de camaradas do Quest Crew. O nome do coletivo &amp;eacute; inspirado no v&amp;iacute;deo de skate &amp;ldquo;The Questionable V&amp;iacute;deo&amp;rdquo;, &amp;iacute;cone do movimento. Assim sendo, a discotecagem e a sonoridade do trio, composto por Alexandre Vianna, Marcelo Calazans e Persio Tagawa, n&amp;atilde;o poderia fugir do tema: os rol&amp;ecirc;s nas pistas de skate. Cola ae!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data: 27.08.10 &amp;ndash; Sexta&lt;br /&gt;Hor&amp;aacute;rio: 20h&lt;br /&gt;Entrada . Gratuita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faz dez anos que a cantora &lt;a href=&quot;http://www.myspace.com/ellenoleria&quot;&gt;&amp;lt;u&gt;Ellen Ol&amp;eacute;ria&amp;lt;/u&gt;&lt;/a&gt; apresenta sua m&amp;uacute;sica pelos palcos do Brasil. Neste s&amp;aacute;bado, a brasiliense vem ao Espa&amp;ccedil;o +Soma para lan&amp;ccedil;ar &amp;ldquo;Pe&amp;ccedil;a&amp;rdquo;, o primeiro disco solo da artista. Abastecida de muito balan&amp;ccedil;o e com uma singular presen&amp;ccedil;a de palco, Ellen vem acompanhada de sua banda e vai tocar as m&amp;uacute;sicas do novo &amp;aacute;lbum. As can&amp;ccedil;&amp;otilde;es s&amp;atilde;o repletas de groove e fazem uma mistura de funk, samba, MPB e afox&amp;eacute;. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Data: 28.08.10 &amp;ndash; S&amp;aacute;bado&lt;br /&gt;Hor&amp;aacute;rio: 20h&lt;br /&gt;Entrada . R$ 15 ou R$ 10 (lista)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Espa&amp;ccedil;o +Soma (Espa&amp;ccedil;o Cultural/Loja/Caf&amp;eacute;)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Rua Fidalga 98 - Vila Madalena - S&amp;atilde;o Paulo - SP&lt;br /&gt;Informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es - info@maissoma.com / 11 3031.7945&lt;br /&gt;Ter&amp;ccedil;a a quinta-feira das 12h as 20h&lt;br /&gt;Sextas e s&amp;aacute;bados das 12h a 0h&lt;br /&gt;Aceitamos cart&amp;otilde;es da Redecard. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;lt;/font&gt;
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      <name>tiago</name>
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    <published>2010-08-23T14:46:00Z</published>
    <updated>2010-08-23T15:00:23Z</updated>
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    <title>Programa&#231;&#227;o  24 . 08 a 29 . 08 . 10</title>
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            &lt;p&gt;&amp;lt;font&gt;&lt;strong&gt;DESTAQUES DO ESPA&amp;Ccedil;O +SOMA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;lt;font&gt;ELLEN OL&amp;Eacute;RIA&amp;lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;lt;font&gt;28 . 08 &amp;ndash; S&amp;aacute;bado a partir das 20h . R$ 15&amp;lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&amp;lt;font&gt;&lt;br /&gt;24 . 08 . 2010 . Ter&amp;ccedil;a&amp;lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Don&amp;rsquo;t Touch My Moleskine&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Entrada . R$&amp;nbsp; 25 ou R$ 15 (lista) . 22h&lt;br /&gt;Alberta . Rua S&amp;atilde;o Luis 272 . Rep&amp;uacute;blica SP&lt;br /&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es . alberta3.com.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Festa Chocolate&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;King + Dubstrong + Tamenpi&lt;br /&gt;Entrada . M R$ 20 H R$ 50 . A partir das 23h30&lt;br /&gt;Clash Club . Rua Barra Funda, 969&lt;br /&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es . clashclub.com.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Jazz Nights&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Ari Borger Quarteto&lt;br /&gt;Entrada R$ 5 (M) e R$ 8 (H) . 21h&lt;br /&gt;Berlin . Rua C&amp;ocirc;nego Vicente Marino, 85 . Barra Funda . SP&lt;br /&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es . clubeberlin.com.br&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Balan&amp;ccedil;o do Bom&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Entrada R$ 10. A partir das 20h&lt;br /&gt;Tapas Club . Rua Augusta . 1246 . Consola&amp;ccedil;&amp;atilde;o . SP&lt;br /&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es . tapasclub.com.br &amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;lt;font&gt;&lt;strong&gt;25 . 08 . 2010 . Quarta&lt;/strong&gt;&amp;lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Jab&amp;aacute;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Entrada . S&amp;oacute; chegar. 22h&lt;br /&gt;CB Bar . Rua Brigadeiro Galv&amp;atilde;o, 871 . Barra Funda SP&lt;br /&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es . cbbar.com.br &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Long Borders e Mariposa&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;Entrada R$ 15 e R$ 10 (lista) . 23h&lt;br /&gt;Berlin . Rua C&amp;ocirc;nego Vicente Marino, 85 . Barra Funda . SP&lt;br /&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es . clubeberlin.com.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Baile Veneno&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Entrada . Gr&amp;aacute;tis . 22h&lt;br /&gt;Astronete . Rua Matias Aires, 183 . Centro . SP&lt;br /&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es . astronete.com.br/&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Rocks Off&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Entrada . R$&amp;nbsp; 25 ou R$ 15 (lista) . 22h&lt;br /&gt;Alberta . Rua S&amp;atilde;o Luis 272 . Rep&amp;uacute;blica SP&lt;br /&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es . alberta3.com.br&amp;lt;font&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;26 . 08 . 2010 . Quinta&lt;/strong&gt;&amp;lt;/font&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Guizado&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Entrada . R$ 16 ou R$ 8 (meia) . 21h&lt;br /&gt;SESC Pompeia. Rua Cl&amp;eacute;lia&amp;nbsp; 93 . SP&lt;br /&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es . www.sescsp.org.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Soulsafunk&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Entrada . R$ 10 . 21h&lt;br /&gt;Serralheria . Rua Guaicurus 857 . Lapa SP&lt;br /&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es . escapeserralheria.org&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Identidade&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Entrada R$ 15 e R$ 10 (lista) . 23h&lt;br /&gt;Berlin . Rua C&amp;ocirc;nego Vicente Marino, 85 . Barra Funda . SP&lt;br /&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es . clubeberlin.com.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Instituto e Convidados&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Entrada . R$ 25 ou R$ 15 (lista) . 23h&lt;br /&gt;Studio SP . Rua Augusta 591 . Centro . SP&lt;br /&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es . studiosp.org/&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Atr&amp;aacute;s da Tapadeira&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Entrada . R$ 15 (porta) e R$ 10 (lista) . 23h&lt;br /&gt;Livraria da Esquina A . Rua do Bosque 1254 . Barra Funda . SP&lt;br /&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es . livrariadaesquina.com.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Eletrogroove&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Entrada R$ 15 ou R$ 10 (lista). 23h&lt;br /&gt;Tapas Club . Rua Augusta . 1246 . Consola&amp;ccedil;&amp;atilde;o . SP&lt;br /&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es . tapasclub.com.br &amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;lt;font&gt;&lt;strong&gt;27 . 08 . 2010 . Sexta&lt;/strong&gt;&amp;lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Psilosamples&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Entrada . S&amp;oacute; chegar! 20h&lt;br /&gt;Centro Cultural da Juventude . Av. Deputado Em&amp;iacute;lio Carlos 3.641. Vila Nova Cachoeirinha . ZN&lt;br /&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es . escuta.estudiolivre.org&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;JazSmetak&lt;/strong&gt;&amp;lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;lt;font&gt;Entrada . R$ 10 . 21h&lt;br /&gt;Serralheria . Rua Guaicurus 857 . Lapa SP&lt;br /&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es . escapeserralheria.org&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;Soundtrack&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Rock, Pipoca &amp;amp; Filmes&lt;br /&gt;Entrada . R$ 10 . 22h&lt;br /&gt;Clube Praga . Rua Turiass&amp;uacute; 483 . Perdizes&lt;br /&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es . clubepraga.com.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Vang Beats&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Entrada . R$ 30 . 23h&lt;br /&gt;Studio SP . Rua Augusta 591 . Centro&amp;nbsp; SP&lt;br /&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es . studiosp.org/&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Guacharaca Club&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Cumbia, Reggaeton, Kuduro....&lt;br /&gt;Entrada R$ 15 . 23h&lt;br /&gt;Berlin . Rua C&amp;ocirc;nego Vicente Marino, 85 . Barra Funda . SP&lt;br /&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es . clubeberlin.com.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dubdem Sound System&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Entrada . R$ 12 (porta) e R$ 10 (lista) . 23h&lt;br /&gt;Livraria da Esquina B . Rua do Bosque 1256 . Barra Funda . SP&lt;br /&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es . livrariadaesquina.com.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;G.T.A&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;hip-hop old school, dub, funk, soul...&lt;br /&gt;Entrada . R$ 10 . 23h&lt;br /&gt;Milo Garage . Rua Minas Gerais, 203a . Higien&amp;oacute;polis . SP&lt;br /&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es . milogarage.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Chaka Hotnightz&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Entrada R$ 10. A partir das 21h&lt;br /&gt;Tapas Club . Rua Augusta . 1246 . Consola&amp;ccedil;&amp;atilde;o . SP&lt;br /&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es . tapasclub.com.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;lt;font&gt;&lt;strong&gt;28 . 08 . 2010 . S&amp;aacute;bado&lt;/strong&gt;&amp;lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Anti-Pop Consortium (EUA), Rodrigo Brand&amp;atilde;o &amp;amp; Maur&amp;iacute;cio Takara e Afasia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Entrada . R$ 16 ou R$ 8 (meia) . 21h&lt;br /&gt;SESC Pompeia. Rua Cl&amp;eacute;lia&amp;nbsp; 93 . SP&lt;br /&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es . www.sescsp.org.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;M&amp;oacute;veis Coloniais de Acaju&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Entrada . R$ 30 . 22h&lt;br /&gt;Comit&amp;ecirc; Club . Rua Augusta&amp;nbsp; 609 .&amp;nbsp; SP&lt;br /&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es . comiteclub.com.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;La Bomba Latina&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Entrada R$ 15 ou R$ 10 (lista). 23h&lt;br /&gt;Tapas Club . Rua Augusta . 1246 . Consola&amp;ccedil;&amp;atilde;o . SP&lt;br /&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es . tapasclub.com.br &amp;nbsp;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Under30 Series&lt;/strong&gt;&amp;lt;/font&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;lt;font&gt;Entrada . R$ 30 . 23h30&lt;br /&gt;Est&amp;uacute;dio Emme - Avenida Pedroso de Moraes 501 . Pinheiros SP&lt;br /&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es . blogdaemme.com&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;Discotexxx&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Entrada . R$ 10 (lista) e R$ 15 . 22h&lt;br /&gt;Astronete . Rua Matias Aires, 183 . Centro SP&lt;br /&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es . astronete.com.br/&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Overdancing&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Tiago Guiness + Convidados&lt;br /&gt;Entrada . R$ 20 . 23h&lt;br /&gt;Alley Club . Rua Barra Funda, 1066 . SP&lt;br /&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es . alleyclub.com.br/&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;lt;font&gt;&lt;strong&gt;29 . 06 . 2010 . Domingo&lt;/strong&gt;&amp;lt;/font&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;San Telmo Lounge + La Cartelera Ska&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Entrada . S&amp;oacute; chegar! 18h&lt;br /&gt;Centro Cultural da Juventude . Av. Deputado Em&amp;iacute;lio Carlos 3.641. Vila Nova Cachoeirinha . ZN&lt;br /&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es . escuta.estudiolivre.org&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Feira de Vinis&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Radiola Urbana + Brassa Bell&lt;br /&gt;Entrada . S&amp;oacute;&amp;nbsp; chegar! 12h&lt;br /&gt;Serralheria . Rua Guaicurus 857 . Lapa SP&lt;br /&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es . escapeserralheria.org&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;lt;/font&gt;&lt;/p&gt;
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